A funcionária pública Maria Silva ficou grávida em 2009 e, três dias antes do parto, levou uma queda e perdeu o bebê

Foto: Reprodução/ G1
Uma mulher conseguiu o direito de registrar em cartório, o filho natimorto. A funcionária pública Maria Silva ficou grávida em 2009 e, três dias antes do parto, levou uma queda e perdeu o bebê. Com a decisão da Justiça de Pernambuco, proferida pela juíza Andréa Epaminondas Tenório de Brito, da 12ª Vara da Família e Registro da Capital, Maria vai poder dar à criança o nome que escolheu e tentar amenizar o sofrimento. Segundo ela, a decisão de procurar a Justiça, 10 anos depois da gravidez, veio da vontade de nomear o filho, que, no registro, era chamado apenas de "natimorto", como acontece em casos em que o bebê morre antes do parto.
As informações com a repórter Jéssica Ibrahin.
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