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MPPE consegue condenação de irmãos por homicídio de policial rodoviário no Alto do Mandu, em 2021


Por: REDAÇÃO Portal

Eduardo Souza de Lima Júnior tinha 37 anos e e integrava a PRF desde 2016

07/02/2025
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Eduardo Souza de Lima Júnior tinha 37 anos e e integrava a PRF desde 2016

Foto: Reprodução/WhatsApp - Via G1

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) obteve a condenação de Sávio Norberto Holanda de Souza e Darlysson Lucas Holanda de Souza pelo homicídio duplamente qualificado do agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Eduardo Souza de Lima Júnior, que ocorreu em janeiro de 2021, em uma lanchonete no Alto do Mandu, na Zona Norte do Recife. Além do homicídio, eles também foram responsabilizados por tentativa de homicídio sem qualquer chance de defesa contra Aduana Régia dos Santos, que acompanhava o policial, e Maycom Neves de Oliveira, dono do estabelecimento. Após a soma das penas, Sávio Norberto Holanda de Souza foi condenado a 41 anos, 2 meses e 28 dias de reclusão, enquanto Darlysson Lucas Holanda de Souza recebeu a pena de 36 anos, 7 meses e 14 dias de reclusão.

Segundo a Promotora de Justiça Ana Clézia Ferreira Nunes, que atuou no caso, “o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese do Ministério Público porque as provas testemunhais são coerentes com as imagens veiculadas, que revelam o policial rodoviário federal como um rapaz extremamente tranquilo, conciliador, como alguém que cresceu numa comunidade simples e dedicou-se aos estudos, aluno do conservatório de música, agia com responsabilidade social ao ensinar outros jovens, mas que naquela madrugada foi violentamente assassinado depois de ter sido envolvido numa discussão com os acusados, sem ter dado causa, ao contrário, buscou todo o tempo evitar”. Também atuaram no caso os Promotores de Justiça Henrique Souto Maior e André Rabelo.

Eduardo foi morto com três disparos de arma de fogo na cabeça, sendo um deles efetuado a curta distância. Ele tinha 37 anos e integrava a PRF desde 2016. Ele tinha atuado na Delegacia de Ariquemes, em Rondônia, e havia sido transferido para a sede da PRF em Pernambuco poucos dias antes do crime.

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