Caso Miguel: Sari Corte Real processa Luana Piovani por danos morais
A ex-primeira dama de Tamandaré pede R$ 50 mil em indenizações

Foto: Reprodução/Redes Sociais/TV Globo
A ex-primeira dama de Tamandaré, Sari Corte Real, condenada pela morte de Miguel Otávio Santana da Silva - que caiu do 9º andar de um prédio no Centro do Recife, em 2020, aos cinco anos de idade - processou a atriz e influenciadora digital Luana Piovani por danos morais. Sari afirma que, em publicações no Instagram, Luana deu declarações que violaram "sua honra e dignidade", e pede R$ 50 mil em indenizações.
No processo, que tramita no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) desde 22 de novembro de 2024, a defesa de Sari Corte Real também alega que Luana Piovani “incitou violência” ao comentar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de setembro do ano passado, de suspender a ação que condenou a ex-primeira dama de Tamandaré e o marido, Sérgio Hacker, a pagar uma indenização de R$ 1 milhão à família de Miguel.
A juíza Ana Claudia Brandão de Barros Correia, da 29ª Vara Cível da Capital, determinou que a atriz fosse intimada a se manifestar no processo. No último domingo (19), nas redes sociais, Luana Piovani comentou: "o mundo está acabando e ninguém me avisou? Meus admiradores e pessoas de bem, vejam a que ponto chegamos... Mirtes Renata, até hoje, luta por justiça, e cadê?", questionou. A atriz também pediu a atuação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
Procurado pelo g1 Pernambuco, o advogado Danilo Heber de Oliveira Gomes, que representa a defesa de Sari Corte Real, disse que ação foi movida para conter "exageros" nos comentários feitos por Luana Piovani sobre o processo. Ele também comentou que a atriz faz "campanha" contra Sari na internet.
Os vídeos anexados ao processo são de 18 de setembro de 2024, onde Luana Piovani faz cobranças ao Governo de Pernambuco, ao Ministério Público (MPPE), ao presidente Lula e à primeira-dama Janja da Silva sobre a suspensão da indenização à família de Miguel.
Em 2022, Sari Corte Real foi condenada a oito anos e seis meses de prisão por abandono de incapaz com resultado morte. A pena foi reduzida, em novembro de 2023, para sete anos de prisão em regime fechado. A defesa de Sari recorreu em todos os processos movidos contra ela, que segue em liberdade.
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