Retração de demandas e acúmulo de perdas são os primeiros sinais da crise
Foto: Reprodução
Com mais de 60% das empresas do segmento metalmecânico em Pernambuco paradas ou com a produtividade reduzida, o cenário de recuperação do setor vai ficando cada vez mais distante. A retração de demandas, o desemprego e o acúmulo de perdas são os primeiros sinais da crise provocada pelos efeitos da COVID-19, que levou ao encerramento das atividades em algumas empresas fornecedoras para a cadeia produtiva do Complexo Portuário de Suape. Desde que os efeitos do novo coronavírus chegaram à economia local, o setor metalmecânico de Pernambuco sofre mais uma queda de braço, já que além de não fornecer insumo e não contar com a demanda do mercado, não sabe se esse efeito cascata deixará incerta a recuperação do setor.
Mais informações na reportagem de Anderson Souza, disponível no play.
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