O estado já recebeu reforço na segurança com a chegada de 60 policiais militares

Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou informações atualizadas sobre o sistema prisional do Rio Grande do Norte (RN). O estado vive uma onda de ataques incendiários em 14 cidades, que atingem prédios públicos, estabelecimentos comerciais e veículos. A suspeita é de que os crimes estejam ligados à organização criminosa que protesta contra as condições precárias nas penitenciárias.
O Ministério Público Federal quer ter acesso aos relatórios de visitas e dados de inspeções realizadas nos estabelecimentos prisionais do RN nos últimos três anos. O objetivo é apurar eventuais violações de tratados internacionais ratificados pelo Brasil e irregularidades no repasse de recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) ao estado.
O balanço da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte informou a prisão, até o momento, de 93 suspeitos e apreensão de 20 armas de fogo, 62 artefatos explosivos e 23 galões de gasolina. Enquanto as investigações seguem, a segurança foi reforçada com a chegada de 60 policiais militares, sendo 30 da Paraíba e 30 do Ceará.
Ouça nota da repórter Taynã Olimpia no play acima.
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