Darwin Henrique, CEO da Esportes da Sorte, e esposa se entregam à polícia
Darwin Henrique e a esposa eram alvos da mesma operação que prendeu a advogada Deolane Bezerra

Foto: Reprodução/Instagram
O CEO da Esportes da Sorte, Darwin Henrique da Silva Filho, se entregou à Polícia Civil de Pernambuco. Ele e a esposa, Maria Eduarda Filizola, eram alvos da mesma operação que prendeu a advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra, e a mãe dela, Solange Bezerra.
A informação foi confirmada pelo escritório de advocacia Rigueira, Amorim, Caribé e Leitão. O escritório também informou que entrou com um pedido de habeas corpus, que segue sob análise do Tribunal de Justiça de Pernambuco.
Darwin Filho estava viajando no momento em que os agentes da Polícia Civil de Pernambuco chegaram em sua residência, na Zona Sul do Recife, por volta das 5h da quarta-feira.
Segundo a investigação, o CEO da casa de apostas é suspeito de fazer depósitos em espécie de forma fracionada que podem indicar a intenção de ocultar o real portador, a origem dos recursos ou esconder o valor real da movimentação.
A Esportes da Sorte começou a ser investigada em 1° de dezembro de 2022, quando a polícia prendeu R$180 mil espécie, na sede da empresa Caminhos da Sorte, que pertence a Darwin Henrique da Silva, pai do CEO da Esportes da Sorte. Nesse caso, a juíza Andréa Calado da Cruz decidiu pela quebra do sigilo fiscal da empresa, afirmando que a documentação apreendida apontava ligação entre a Esportes da Sorte e Caminhos da Sorte com práticas ilícitas.
Outra atividade da Esportes da Sorte sob investigação é a compra e venda de dois carros de luxo. Um deles, uma Lamborghini Urus Performante, foi vendido a Deolane Bezerra, em 2023, por R$ 3,85 milhões.
Deolane Bezerra disse, em depoimento, que também tinha contratos de publicidade com a Esportes da Sorte. Ela e a mãe, Solange Bezerra, passaram a noite na Colônia Penal Feminina do Recife, na Zona Oeste da cidade, após decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco em audiência de custódia.
A defesa da advogada entrou com um pedido de habeas corpus no TJPE, no entanto, foi negado. E portanto, elas tiveram a prisão preventiva mantida.
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